Governo quer continuidade do projeto REFLOR.CV

13 de maio de 2022

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Co-financiado pela UE e FAO, o projeto reforçou áreas florestais, contribuiu para reforçar a resiliência nacional às alterações climáticas, capacitou 1.500 pessoas e criou muitos postos de trabalho.

Os resultados do projeto REFLOR.CV, que esteve operacional durante cinco anos, são considerados muito positivos. As autoridades nacionais querem a continuidade do projeto, que foi financiado pela UE e FAO, num montante global de cinco milhões de euros.

Cai o pano sobre o REFLOR.CV, que promoveu nos últimos 5 anos o reforço das áreas florestais em 3 ilhas: Santiago, Fogo e Boavista. Trata-se do projeto de adaptação e resiliência do setor florestal em Cabo Verde, um programa do governo co-financiado pela UE e FAO, num montante global de cinco milhões de euros.

Os promotores falam de resultados muito positivos, no combate às mudanças climáticas. Com efeito, o REFLOR.CV contribuiu para aumentar as áreas arborizadas e vegetadas com mais de 32 mil plantas fruteiras, 105 mil endémicas, 108 mil florestais e mais de 33 mil forrageiras com uma média de sobrevivência de 60 por cento. Também o projeto capacitou 900 homens e 600 mulheres das comunidades beneficiárias nas ilhas beneficiadas.

A UE foi uma grande parceira no REFLOR.CV e reconhece o fato de Cabo Verde pouco contribuir para as alterações climáticas mas que é dos países ambientalmente mais vulneráveis, enquanto pequeno estado insular e saheliano.

O governo está muito satisfeito com os resultados do projeto REFLOR.CV, pelo que aspira à sua continuidade, em nome das metas preconizadas pelo país, sendo uma delas a economia verde.

Pelo contexto de seca que Cabo Verde viveu nos últimos anos e pelos resultados, REFLOR.CV é um caso de sucesso que merece continuidade e eventual alargamento a outras ilhas e replicar o modelo em outros pontos das 3 ilhas beneficiadas.


RTC Multimédia, com a TCV

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