"Seleção não pode estar numa competição preocupada com a forma como irá pagar dívidas" - Zola

28 de junho de 2021

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É preciso que haja mais aposta de Cabo Verde no basquetebol feminino. Quem o diz é o selecionador nacional, na sequência do apuramento ontem de Cabo Verde para mais um Afrobasket.

António Moreira “Zola” desabafa que a seleção não pode estar numa competição preocupada com a forma como irá, mais tarde, pagar dívidas. 

Cabo Verde garantiu o ontem, na Guiné Conacry, o apuramento para mais um Afrobasket feminino. É a quarta presença em cerca de 15 anos, a segunda consecutiva. Tudo isso, diz o selecionador António Moreira “Zola”, é fruto de um trabalho sério que tem vindo a ser feito há já algum tempo.

Mas, essa caminhada, nota o treinador, tem sido feita no meio de muitas dificuldades. De tal forma que, para a seleção ir a Guiné Conacri, foi preciso muitos sacrifícios dele, das atletas e da federação, que teve de contrair dívidas. As coisas não devem ser assim, desabafa o técnico.

Zola  diz-se cansado destas questões que nada têm que ver com a tarefa de treinar uma seleção e pede a todos os cabo-verdiano que ajudem a Federação de Basquetebol.

Os desabafos de António Moreira Zola, treinador da seleção nacional feminina de basquetebol, que ontem garantiu na Guiné Conacry, o apuramento  para o Afrobasket. A competição está marcada para setembro próximo, nos Camarões.

A seleção está neste momento em Dakar e chega a cidade da Praia ainda hoje, por volta das 18h30.

Oiça, em baixo, a notícia com as declarações de Zola:



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