Câmara do Turismo deverá iniciar, em Janeiro próximo, o projeto de Georeferenciação do Destino de Cabo Verde que vai associar o Turismo e a Cultura

13 de dezembro de 2019

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A informação foi avançada à Rádio de Cabo Verde pelo Secretário-geral da Câmara do Turismo, Humberto Lélis, para quem a elevação da Morna a Património Imaterial da Humanidade é um ganho extraordinário para o setor do turismo, e coloca um desafio maior ao país.


Com a elevação da Morna a Património Imaterial da Humanidade, diz Humberto Lélis, tudo muda. Os ganhos são enormes não só para a cultura, como para o turismo que estarão agora, e mais do nunca associados e poderão ajudar a melhorar a competitividade do país enquanto destino turístico.

Com os artistas, assegura Humberto Lélis, a Câmara do Turismo tem procurado sempre manter uma relação próxima, porque são eles que impulsionam o turismo através da música. Por isso, acredita que a valorização da cultura e duma presença maior da Morna em hotéis e junto aos turistas poderá passar pela criação de uma agenda cultural.

Outrossim, sugere Humberto Lélis, é a criação de um plano de marketing e promoção do país e do turismo cujo desenvolvimento sempre esteve associado à música e à cultura.

Para Janeiro do próximo ano, a Câmara do Turismo, segundo Humberto Lélis, estará a iniciar o projeto de Georeferenciação do Destino de Cabo Verde, permitindo aos turistas terem informações histórica, geográfica, social e cultural do país.

O projeto de Georeferenciação do Destino de Cabo Verde começa em Janeiro e terá uma duração de 6 a 8 meses até à conclusão. O projeto é financiado pelo Banco Mundial no valor de 120 mil dólares.


Hermen Tavares Alfredo - RTC/Praia

Disponibilizado online por Mário Almeida



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