Mais de 150 mil cabo-verdianos vivem na pobreza

06 de novembro de 2019

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Número que o responsável do Gabinete de Supervisão das Instituições de Microfinanças do Banco de Cabo Verde acredita possa ser mitigado com a atuação dessas pequenas unidades de crédito.


No dia em que se iniciou a sétima semana nacional das microfinanças, João Fidalgo considera que o novo modelo de gestão das instituições de microfinanças será igualmente decisivo no combate ao desemprego.

Esta sétima semana nacional das microfinanças é marcada pela realização, na Praia, de um Fórum sobre o financiamento e sistema de garantia.

Uma ocasião para, explica o responsável da associação profissional das instituições de microfinanças, Francisco Tavares, analisar, com os parceiros, os aspectos essenciais para a consolidação do novo quadro de atuação supervisionado pelo Banco Central.

Na adaptação ao novo quadro legal, as instituições de microfinanças contam com a parceria da cooperação luxemburguesa, que, na pessoa da sua representante em Cabo Verde, Angel da Cruz, garantiu tratar-se de um apoio centrado nos mais pobres.

Desde Janeiro deste ano é que as instituições de microfinanças são supervisionadas pelo Banco de Cabo Verde. Atualmente, sete já obtiveram luz verde da instituição, ficando duas excluídas por falta de requisitos, que têm que ver com o modelo de negócios, capital social e boa governação.


Carlos Moniz - RTC/Praia

Disponibilizado online por Mário Almeida



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