Cabo Verde prepara-se para exibir um cartão verde de país livre do paludismo

27 de junho de 2022

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Uma missão da OMS está no país para avaliar tudo o que já foi feito e identificar lacunas e desafios no combate ao paludismo. Estão no terreno a analisar de perto o estado sanitário das ilhas para a atribuição, ou não, do certificado de país livre do paludismo.

Esta manhã, Cabo Verde e OMS estiveram frente a frente, sob a liderança do Secretário de Estado da Saúde, Evandro Monteiro.

“Água mole em pedra dura tanto bate até que a fura”. A política traçada, a entrega da população à causa e a comunicação feita “Pa nu Kaba ku Paludismo na nos terra” surtiram efeito. Há 4 anos que o país não regista casos, um feito que leva a OMS a comprovar, no terreno, a realidade para, depois, decidir atribuir um cartão verde ao arquipélago.

A luta sem trégua desencadeada pelo estado foi seguida de perto pela organização mundial da saúde, por isso, o otimismo e a convicção das autoridades nacionais sobre a certificação é evidente.

Não obstante, toda a atenção e a atitude de não baixar a guarda é necessária, para que o país não regrida  em relação aos resultados alcançados, porque a vulnerabilidade de Cabo Verde perante a doença é um facto a não ser descurado.

A mudança de estratégia na continuidade do combate ao Paludismo revela-se vital e a OMS terá um papel também vital nesse controle. A meta é fazer com que o Paludismo seja, definitivamente, erradicado das ilhas.

Esta manhã, Cabo Verde e OMS estiveram frente a frente, sob a liderança do Secretário de Estado da Saúde, Evandro Monteiro.


RTC Multimédia com RCV/TCV

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