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publicado em:
24 Set 2012
Cientistas da Fiocruz tornam-se colecionadores de arte africana
Na mostra, "O corpo na arte africana", objetos como esculturas de
madeira, bronze, metal e terracota estão expostos ao lado de máscaras, tecidos
e 14 fotografias cedidas pelo colecionador francês Gérard Lévy, com registos
que datam do período entre o fim do século XIX e o início do século XX.
Cientistas brasileiros da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
apaixonados por arte tornaram-se colecionadores e estão a expor no Museu da
Vida, no Rio de Janeiro, cerca de 140 peças de diversas etnias africanas,
reunidas nas suas viagens.
Na mostra, "O corpo na arte africana", objetos como esculturas de
madeira, bronze, metal e terracota estão expostos ao lado de máscaras, tecidos
e 14 fotografias cedidas pelo colecionador francês Gérard Lévy, com registos
que datam do período entre o fim do século XIX e o início do século XX.
A museóloga e curadora da exposição, Gisele Catel, disse à Lusa
que a exposição é uma forma de abrir um universo desconhecido e de riqueza
cultural da África para um público preferencial de alunos de escolas públicas
no Rio de Janeiro.
"Para tratar a saúde de um povo, é preciso também conhecer as
tradições e costumes locais. Essas obras geram encantamento e são peças de arte
de tradições étnicas de grande valor cultural", explicou Catel.
Na mostra, cerca de 40 etnias estão representadas por suas obras
de arte, como a cultura Yorubá, o povo Tikar na República dos Camarões e os
Baoule, na Costa do Marfim, e estão divididas em módulos que abordam temas como
sexualidade, maternidade, decoração do corpo, objetos e máscaras.
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