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Director do IILP defende necessidade de movimento contra entrada da Guiné Equatorial na CPLP revêr seus argumentos


Casa cor de Rosa no Platô, sede do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP) [Foto: Marcos Fonseca]
13 Jun 2012 Sociedade

Uma das justificativas do movimento denominado “Por Uma Comunidade de Valores” que lançou uma petição aberta à subscrição de cidadãos dos países de expressão portuguesa é de que o presidente equato-guineense impôs a língua no seu País.

O Director Executivo do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Gilvan de Oliveira afirmou respeitar o posicionamento do movimento cívico que lançou na internet, uma campanha contra a adesão da Guiné-Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas defendeu a necessidade do movimento rever os argumentos e suas fundamentações.

Uma das justificativas do movimento denominado “Por Uma Comunidade de Valores” que lançou uma petição aberta à subscrição de cidadãos dos países de expressão portuguesa é de que o presidente equato-guineense impôs a língua no seu País.

Oliveira lembrou que a Guiné-Equatorial está a cumprir, à risca, um conjunto de requisitos impostos pela CPLP. A decisão da sua entrada na comunidade lusófona será tomada na cimeira de Maputo, Moçambique, dia 20 do próximo mês.

O movimento cívico “Por Uma Comunidade de Valores” foi criado Segunda-feira e tem como membros organizações não governamentais de diversos países da lusofonia com o intuito de demonstrar, através de uma campanha na internet, a sua posição contra a adesão da Guiné-Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.


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