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Federação Nacional das Mulheres do PAICV quer levar ao Parlamento um diploma sobre a paridade de géneros


Eva Ortet - Presidente da Federação Nacional das Mulheres do PAICV
02 Mar 2018 Política


A Presidente da Federação Nacional das Mulheres do PAICV reconheceu hoje que alcançar a paridade de géneros nos processos eleitorais e no acesso aos cargos públicos é difícil.


Um pessimismo que Eva Ortet justifica com a atitude, que classifica de grave, assumida por alguns deputados.

Dificuldades que a Federação Nacional das Mulheres do PAICV quer ultrapassar, levando ao Parlamento um diploma sobre a paridade.

O documento já está a ser socializado, e Eva Ortet acredita que possa ser apreciado pelos deputados no próximo ano.

Roselma  Évora é também apologista de uma lei de paridade. A socióloga aponta exemplos de países que alcançaram o Top Ten 10, com a aprovação da lei de paridade.
 
A paridade de géneros nos processos eleitorais e no acesso aos cargos públicos foi tema duma conferencia realizada ontem, na Praia, pela Federação Nacional das Mulheres do PAICV, inserida nas atividades de Março, mês da mulher.


MCSA - RCV


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