Notícias

Cheias do ano passado em Santo Antão puseram a nu as debilidades do país para enfrentar uma situação de desastre natural


Proteção Civil
11 Nov 2017 Sociedade


Reunidos, na Praia, durante uma semana, numa conferência sobre a avaliação de necessidades pós-desastre, PDNA, responsáveis de várias instituições aproveitaram o caso de Santo Antão para avaliarem a melhor forma de atuação num cenário pós-desastre natural.


A falta de coordenação é apontada pelos conferencistas como um dos problemas que têm dificultado uma atuação eficiente, conforme o Comandante Regional do Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros, Valdir Rodrigues.

E nesse trabalho coordenado devem participar as autarquias, Instituto Nacional de Gestão do Território, a Comunicação Social e o Instituto Nacional de Estatística para, sublinha o comandante regional da Protecção Civil, mitigar os efeitos dos desastres naturais.

Mas a melhor forma de prevenção, de acordo com as recomendações do encontro da Praia, enfatizadas por Valdir Rodrigues, é evitar construções nas áreas de perigo.

Concluída que está a terceira formação em Avaliação das Necessidades Pós-desastre, Valdir Rodrigues acredita estarem os técnicos nacionais capacitados para, com o apoio de consultores internacionais, fazer um PDNA.

Esta formação da Proteção Civil foi realizada em parceria com a CEDEAO, União Europeia e Banco Mundial.


MCSA - RCV


Comentários

Pesquisar






Publicidade